
Pandiá
Banco escultural em Tipuana da Avenida Pandia Calógeras, em Londrina. Árvore de aproximadamente 12 metros, retirada com autorização da SEMA.
HÖRZ
Peças feitas de árvores urbanas que encerraram seu ciclo na cidade. Madeira com origem documentada, retirada autorizada e um destino transformado em permanência.

Banco escultural em Tipuana da Avenida Pandia Calógeras, em Londrina. Árvore de aproximadamente 12 metros, retirada com autorização da SEMA.

Mesa de centro talhada do mesmo tronco da Tipuana, com o miolo da madeira à vista.

Peças menores nascidas do aproveitamento integral da árvore: bandejas, bases e tábuas.

A Legacy trabalha exclusivamente com madeira de árvores urbanas removidas mediante autorização ambiental. Nada é derrubado para virar peça: a matéria-prima chega ao ateliê depois que a decisão já foi tomada pela cidade.
Cada obra carrega no nome a rua de onde veio. Junto com a peça segue o registro da origem — a árvore, o endereço e a autorização — porque a história é parte do que se leva para casa.
“Antes da peça,
havia uma árvore.”
A obra Pandiá nasce de uma árvore urbana na Avenida Pandia Calógeras, em Londrina. Antes de se tornar peça, ela fazia parte da rua, da paisagem e da memória do entorno.
A madeira tem origem em uma erradicação autorizada pela Secretaria Municipal do Ambiente (SEMA), formalizada por Termo de Compromisso Ambiental. A árvore, uma Tipuana de aproximadamente 12 metros, estava no passeio público da Avenida Pandia Calógeras, em Londrina.
A arborização urbana não é apenas paisagem: cada árvore carrega tempo, sombra e memória. Quando seu ciclo no espaço público se encerra, surge a oportunidade de preservar parte dessa história em uma nova forma. O que seguiria como resíduo passa a ser matéria-prima com potencial artístico. A Pandiá transforma a madeira retirada em permanência.